Ir para o conteúdo

    Indústria e operação

    BI industrial: produção, disponibilidade e perdas com a mesma leitura

    Na indústria o dado existe em abundância: apontamento de produção, parada, refugo, consumo, ordem. O problema é que cada um vive em um sistema, com um horário e um critério — e a soma nunca fecha com o relatório da diretoria.

    Ver casos de sucesso

    O ponto de partida

    O que costuma estar acontecendo

    O apontamento não fecha com o sistema

    A produção registrada em campo diverge do que o ERP mostra, e a diferença é resolvida por ajuste manual no fim do mês.

    Parada sem classificação consistente

    O mesmo motivo de parada é lançado com nomes diferentes por turno. A análise de perdas vira uma lista de “outros”.

    Turno enxerga um número, gerência enxerga outro

    A operação acompanha o quadro do chão de fábrica; a gerência acompanha a planilha. Os dois falam de performance com bases distintas.

    Indicador que chega depois da decisão

    Quando o relatório fica pronto, o turno já passou. Sobra explicação, falta correção.

    A operação perde a chance de agir dentro do próprio ciclo. O indicador deixa de ser instrumento de gestão e vira prestação de contas.

    Como resolvemos

    O caminho, na ordem em que ele funciona

    1. 01

      Uma origem por indicador

      Definimos qual sistema é a fonte oficial de cada número — produção, parada, refugo, consumo — e eliminamos a consolidação paralela.

    2. 02

      Padronização de motivos e classes

      Motivos de parada, tipos de perda e códigos de produto ganham lista única, condição para qualquer análise de causa.

    3. 03

      Cálculo dos indicadores no modelo

      Disponibilidade, performance e perdas passam a ser calculadas uma vez, com a mesma regra para turno, área e diretoria.

    4. 04

      Leitura por nível

      Painel de acompanhamento para o turno, análise de perdas para a engenharia e visão consolidada para a diretoria — sobre a mesma base.

    Tecnologias envolvidas

    • Power BI
    • SQL
    • DAX
    • Python
    • Microsoft Fabric

    Sinais de que faz sentido

    • A produção do apontamento não bate com a do sistema
    • A maior classe de parada é “outros”
    • Cada turno mantém a própria planilha de acompanhamento
    • O relatório de perdas leva dias para ficar pronto

    Reconheceu o seu cenário? A conversa inicial esclarece o que é possível fazer e por onde começar.

    Indicadores

    O que costuma entrar no painel

    A lista final sai da rotina de gestão de cada empresa. Estes são os indicadores que aparecem com mais frequência nessa área.

    Produção

    O que a operação entregou

    • Volume produzido por turno, linha e produto
    • Performance em peças por hora e tempo produzindo
    • Aderência ao programa de produção
    • Ritmo acumulado contra a meta do período

    Disponibilidade e perdas

    O que impediu a operação de entregar mais

    • Disponibilidade dos equipamentos e evolução mensal
    • Paradas por motivo, duração e frequência
    • Perdas operacionais por tarefa e por causa
    • Refugo, retrabalho e qualidade de primeira passagem

    Consumo e capacidade

    O que a operação exige para produzir

    • Consumo de insumos e energia por unidade produzida
    • Ocupação e capacidade instalada por recurso
    • Custo operacional por linha e por produto
    • Comparação entre turnos e entre unidades

    De onde vem o dado

    ERP de produção, apontamento de chão de fábrica, controle de paradas, sistemas de qualidade e planilhas ainda usadas pelas áreas. Quando existe MES ou coleta automatizada, ela entra como fonte primária; quando não existe, o apontamento manual é estruturado para virar dado analisável.

    O que muda

    O efeito prático na rotina de quem decide

    01

    Mesma performance para todo mundo

    Turno, engenharia e diretoria discutem o mesmo número, com a mesma regra de cálculo.

    02

    Perda com causa nomeada

    A análise deixa de parar em “parada não programada” e passa a apontar tarefa, equipamento e recorrência.

    03

    Acompanhamento dentro do ciclo

    O indicador chega enquanto ainda é possível corrigir o turno, não apenas explicá-lo.

    04

    Comparação entre unidades

    Com critério padronizado, comparar linhas e plantas passa a ser possível sem ressalvas.

    Prova

    Projetos relacionados

    Grupo Amapá

    Metalurgia

    As informações necessárias para a gestão estavam distribuídas em várias fontes. Cada análise começava por uma etapa de coleta e consolidação manual de dados.

    Integramos as diferentes fontes em um único modelo e publicamos os indicadores em Power BI, com atualização automática substituindo a consolidação manual.

    da coleta de dados automatizada

    Ver o caso completo
    Lean Solution

    Consultoria WCM/Lean

    Não havia como acompanhar de perto a aderência dos times aos processos Lean. O desvio só aparecia na auditoria seguinte, quando corrigir já custava mais caro.

    Construímos um acompanhamento em near real-time da aderência aos processos, com visão por time e por etapa, permitindo agir no mesmo ciclo em que o desvio aparece.

    de melhoria na aderência aos processos

    Ver o caso completo
    Dashboard de performance operacional por máquina desenvolvido pela Openviz, com disponibilidade, peças produzidas, tempo produzindo, performance por hora e perdas operacionais por tarefa
    Performance OperacionalOperações e PCP. Ver no portfólio

    Como trabalhamos

    O projeto acontece em cinco etapas

    1. 01

      Diagnóstico

      Entendemos quais decisões precisam ser suportadas, quem decide, com que frequência e quais dados existem hoje. O ponto de partida é a decisão, não a ferramenta.

    2. 02

      Estruturação

      Definimos indicadores e regras de cálculo, mapeamos as fontes e desenhamos a arquitetura e o modelo analítico necessários para sustentá-los.

    3. 03

      Desenvolvimento

      Construímos as integrações, o modelo de dados e os painéis. Entregas parciais permitem que a área veja o resultado antes do fim do projeto.

    4. 04

      Validação

      Conferimos os números com quem conhece a operação e ajustamos a experiência junto de quem vai usar o painel na rotina.

    5. 05

      Evolução

      A solução acompanha o negócio: novos indicadores, novas áreas e novas fontes entram sem refazer o que já está em produção.

    Dúvidas

    Perguntas frequentes

    Vocês trabalham com OEE?
    Sim, quando a empresa tem as três parcelas — disponibilidade, performance e qualidade — registradas com critério confiável. Quando não tem, é mais honesto começar pelo que existe e construir o OEE depois, em vez de publicar um índice que ninguém consegue sustentar.
    É preciso ter MES ou coleta automática?
    Não. Coleta automatizada melhora a granularidade, mas muitos projetos começam com apontamento manual já registrado no ERP. O que não funciona é dado sem padronização de motivo e de horário.
    Dá para acompanhar em tempo real?
    Depende da origem. A frequência de atualização é limitada pelo que o sistema de origem permite extrair; definimos essa periodicidade no diagnóstico, com base na decisão que o indicador precisa apoiar.

    Continue por aqui

    Vamos olhar o seu cenário?

    Em uma conversa inicial, entendemos o cenário atual, as decisões que precisam ser suportadas e avaliamos como os dados podem ajudar.