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    Manutenção e PCM

    BI para manutenção e PCM: backlog, confiabilidade e programação no mesmo lugar

    A manutenção é uma das áreas que mais registra dado e uma das que menos consegue usá-lo. As ordens estão no sistema, mas o backlog é contado na planilha, a aderência é estimada e a confiabilidade só aparece quando alguém tem tempo de calcular.

    Ver casos de sucesso

    O ponto de partida

    O que costuma estar acontecendo

    O backlog é uma estimativa

    O número que vai para a reunião foi contado à mão, muitas vezes com critério diferente do mês anterior. Discutir tendência fica impossível.

    MTBF e MTTR calculados de vez em quando

    Os indicadores de confiabilidade dependem de alguém organizar as ordens corretivas. Quando saem, já descrevem um problema antigo.

    Aderência à programação sem rastreio

    Não se sabe quanto do programado foi cumprido, quanto virou corretiva e o que empurrou a semana inteira para frente.

    Custo sem quebra por equipamento

    O gasto aparece consolidado no fechamento. Identificar qual ativo consome HH, material e parada é um exercício manual.

    Sem leitura confiável, a manutenção passa a ser gerida por urgência. O que quebra decide a prioridade, e o planejamento vira reação.

    Como resolvemos

    O caminho, na ordem em que ele funciona

    1. 01

      Extração das ordens direto do sistema

      Ordens, apontamentos, planos, equipamentos e centros de custo saem do ERP ou do sistema de manutenção sem exportação manual.

    2. 02

      Padronização do cadastro

      Tipo de manutenção, estado da ordem, causa e criticidade precisam de critério único. Sem isso, qualquer indicador vira média de coisas diferentes.

    3. 03

      Regras de cálculo acordadas

      O que entra no backlog, como se conta HH disponível, o que caracteriza uma falha para MTBF. Definido com a equipe e documentado.

    4. 04

      Painéis por rotina de gestão

      Uma visão para a reunião diária de programação, outra para a análise semanal de confiabilidade e outra para o fechamento gerencial.

    Tecnologias envolvidas

    • Power BI
    • SQL
    • DAX
    • Microsoft Fabric

    Sinais de que faz sentido

    • O backlog é contado manualmente para a reunião
    • MTBF e MTTR são calculados esporadicamente em planilha
    • Não se sabe quanto do plano preventivo foi cumprido
    • O custo de manutenção só aparece no fechamento contábil

    Reconheceu o seu cenário? A conversa inicial esclarece o que é possível fazer e por onde começar.

    Indicadores

    O que costuma entrar no painel

    A lista final sai da rotina de gestão de cada empresa. Estes são os indicadores que aparecem com mais frequência nessa área.

    Carga e planejamento

    A leitura que sustenta a reunião de programação

    • Backlog em horas e por semana de carteira
    • Ordens abertas por estado, tipo e criticidade
    • Aderência à programação e ao plano preventivo
    • Ordens pendentes de material ou de recurso

    Confiabilidade

    O histórico que aponta onde intervir

    • MTBF e MTTR por equipamento e por família
    • Falhas repetidas e reincidência
    • Disponibilidade e tempo em parada
    • Distribuição entre corretiva, preventiva e preditiva

    Recursos e custo

    O que a manutenção consome para sustentar a operação

    • HH aplicado por equipe, turno e tipo de ordem
    • Custo por equipamento e por centro de custo
    • Consumo de materiais e giro de peças críticas
    • Serviços de terceiros por contrato

    De onde vem o dado

    Módulo de manutenção do ERP, sistema próprio de ordens, apontamentos de campo, cadastro de equipamentos, estoque de sobressalentes e, quando existe, coleta de disponibilidade da operação. Em boa parte das empresas, o trabalho começa por padronizar esse cadastro.

    O que muda

    O efeito prático na rotina de quem decide

    01

    Backlog com histórico

    O mesmo critério aplicado ao longo do tempo permite discutir tendência, e não apenas o número da semana.

    02

    Confiabilidade acompanhada, não calculada

    MTBF, MTTR e reincidência ficam disponíveis quando a decisão precisa deles.

    03

    Programação com evidência

    A conversa sobre aderência passa a ter causa: falta de material, de recurso ou entrada de corretiva.

    04

    Custo com endereço

    O gasto passa a ter equipamento, equipe e tipo de intervenção.

    Prova

    Projetos relacionados

    Samarco

    Mineração

    O acompanhamento de contratos dependia de levantamentos manuais. Saber a posição atual de cada contrato exigia consultar diferentes controles, o que atrasava cobranças e decisões de renovação.

    Estruturamos os dados de contratos em um modelo único e desenvolvemos um painel de gestão com a posição consolidada, prazos e responsáveis, atualizado sem intervenção manual.

    mais eficiência na gestão de contratos

    Ver o caso completo
    Dashboard de performance operacional por máquina desenvolvido pela Openviz, com disponibilidade, peças produzidas, tempo produzindo, performance por hora e perdas operacionais por tarefa
    Performance OperacionalOperações e PCP. Ver no portfólio

    Como trabalhamos

    O projeto acontece em cinco etapas

    1. 01

      Diagnóstico

      Entendemos quais decisões precisam ser suportadas, quem decide, com que frequência e quais dados existem hoje. O ponto de partida é a decisão, não a ferramenta.

    2. 02

      Estruturação

      Definimos indicadores e regras de cálculo, mapeamos as fontes e desenhamos a arquitetura e o modelo analítico necessários para sustentá-los.

    3. 03

      Desenvolvimento

      Construímos as integrações, o modelo de dados e os painéis. Entregas parciais permitem que a área veja o resultado antes do fim do projeto.

    4. 04

      Validação

      Conferimos os números com quem conhece a operação e ajustamos a experiência junto de quem vai usar o painel na rotina.

    5. 05

      Evolução

      A solução acompanha o negócio: novos indicadores, novas áreas e novas fontes entram sem refazer o que já está em produção.

    Dúvidas

    Perguntas frequentes

    Funciona com qualquer sistema de manutenção?
    Funciona sempre que houver acesso ao banco de dados, a uma API ou a uma exportação estruturada e recorrente. A forma de extração muda conforme o sistema; a lógica dos indicadores, não.
    Nosso cadastro de equipamentos está incompleto. Dá para começar?
    Dá, e o diagnóstico costuma expor exatamente isso. Começamos pelos indicadores que o cadastro atual sustenta e tratamos a padronização como parte do projeto, não como pré-requisito para iniciar.
    Vocês definem os indicadores ou seguimos os nossos?
    Partimos dos que a empresa já usa, porque eles carregam o histórico e a rotina. Quando a definição está ambígua ou muda entre áreas, propomos um critério e o registramos junto com a equipe.

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    Vamos olhar o seu cenário?

    Em uma conversa inicial, entendemos o cenário atual, as decisões que precisam ser suportadas e avaliamos como os dados podem ajudar.