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    Disciplina

    Consultoria em Business Intelligence: da informação dispersa à gestão por indicadores

    Business Intelligence não é um software. É a disciplina de transformar o que a empresa já registra em indicadores comparáveis, com dono, definição e frequência — para que a reunião de resultado discuta decisão, não planilha.

    Ver casos de sucesso

    O ponto de partida

    O que costuma estar acontecendo

    Cada área mede do seu jeito

    Faturamento, produção e disponibilidade têm mais de uma definição dentro da mesma empresa. Comparar áreas vira negociação.

    O indicador chega tarde

    O número fecha depois que o mês acabou. Ele explica o passado, mas não permite corrigir a rota enquanto ainda dá tempo.

    Informação demais, leitura de menos

    Existem relatórios para tudo e clareza para pouco. Ninguém sabe qual indicador deve puxar a decisão da semana.

    O conhecimento está nas pessoas

    Quem sabe montar o número é uma pessoa específica. Quando ela sai de férias, a gestão perde visibilidade.

    A empresa não decide devagar por falta de dado. Decide devagar porque o dado precisa ser reconstruído e defendido antes de virar decisão.

    Como resolvemos

    O caminho, na ordem em que ele funciona

    1. 01

      Quais decisões precisam de apoio

      O ponto de partida não é a lista de relatórios, é a lista de decisões: o que precisa ser decidido, por quem, com que frequência e a partir de qual evidência.

    2. 02

      Definição dos indicadores

      Cada indicador ganha fórmula, fonte, granularidade, responsável e periodicidade. Escrito e acordado entre as áreas antes de virar visual.

    3. 03

      Estruturação da base

      Os dados que sustentam esses indicadores são integrados e tratados uma única vez, de forma automatizada, para que o número não dependa de quem o montou.

    4. 04

      Painéis por nível de decisão

      Diretoria, gerência e operação enxergam o mesmo dado com profundidades diferentes — visão executiva, análise por área e detalhe operacional.

    5. 05

      Rotina de leitura

      Indicador sem rotina vira decoração. Ajudamos a encaixar o painel na reunião que já existe, com pauta e responsáveis.

    O que está incluído

    • Mapa de indicadores com definição, fonte e responsável
    • Modelo analítico único para toda a empresa
    • Painel executivo e painéis por área
    • Atualização automatizada dos indicadores
    • Documentação das regras de negócio
    • Apoio à rotina de análise e leitura dos números

    Tecnologias envolvidas

    • Power BI
    • SQL
    • Microsoft Fabric
    • Azure
    • Python

    Sinais de que faz sentido

    • A reunião de resultado começa conferindo números
    • Existe planilha oficial e planilha paralela para o mesmo assunto
    • Nenhum indicador tem responsável formal
    • A diretoria pede um número simples e a resposta demora dias

    Reconheceu o seu cenário? A conversa inicial esclarece o que é possível fazer e por onde começar.

    O que muda

    O efeito prático na rotina de quem decide

    01

    Uma versão do número

    A discussão passa a ser sobre a causa do desvio, não sobre qual planilha está certa.

    02

    Leitura no tempo da operação

    O indicador acompanha o ritmo do negócio, e não apenas o fechamento do mês.

    03

    Menos dependência de pessoas

    A regra fica no modelo e na documentação, não na memória de quem sempre montou o relatório.

    04

    Base para evoluir

    Com os indicadores estruturados, análise mais profunda e previsão deixam de ser um projeto do zero.

    Prova

    Projetos relacionados

    Samarco

    Mineração

    O acompanhamento de contratos dependia de levantamentos manuais. Saber a posição atual de cada contrato exigia consultar diferentes controles, o que atrasava cobranças e decisões de renovação.

    Estruturamos os dados de contratos em um modelo único e desenvolvemos um painel de gestão com a posição consolidada, prazos e responsáveis, atualizado sem intervenção manual.

    mais eficiência na gestão de contratos

    Ver o caso completo
    Lean Solution

    Consultoria WCM/Lean

    Não havia como acompanhar de perto a aderência dos times aos processos Lean. O desvio só aparecia na auditoria seguinte, quando corrigir já custava mais caro.

    Construímos um acompanhamento em near real-time da aderência aos processos, com visão por time e por etapa, permitindo agir no mesmo ciclo em que o desvio aparece.

    de melhoria na aderência aos processos

    Ver o caso completo
    Dashboard Overview de Vendas desenvolvido pela Openviz, com faturamento, quantidade vendida, ticket médio, positivação, evolução mensal e desempenho por gerente
    Overview de VendasComercial. Ver no portfólio

    Como trabalhamos

    O projeto acontece em cinco etapas

    1. 01

      Diagnóstico

      Entendemos quais decisões precisam ser suportadas, quem decide, com que frequência e quais dados existem hoje. O ponto de partida é a decisão, não a ferramenta.

    2. 02

      Estruturação

      Definimos indicadores e regras de cálculo, mapeamos as fontes e desenhamos a arquitetura e o modelo analítico necessários para sustentá-los.

    3. 03

      Desenvolvimento

      Construímos as integrações, o modelo de dados e os painéis. Entregas parciais permitem que a área veja o resultado antes do fim do projeto.

    4. 04

      Validação

      Conferimos os números com quem conhece a operação e ajustamos a experiência junto de quem vai usar o painel na rotina.

    5. 05

      Evolução

      A solução acompanha o negócio: novos indicadores, novas áreas e novas fontes entram sem refazer o que já está em produção.

    Dúvidas

    Perguntas frequentes

    Qual a diferença entre Business Intelligence e Power BI?
    Power BI é a ferramenta de modelagem e visualização. Business Intelligence é a disciplina que define quais indicadores importam, como são calculados, de onde vêm e como entram na rotina de gestão. É possível ter Power BI sem Business Intelligence — e é exatamente aí que os números começam a divergir.
    Por onde começa um projeto de BI?
    Pelas decisões que precisam de apoio e pelos dados que já existem. A primeira entrega costuma ser um recorte gerencial que resolve uma dor concreta, e não um projeto completo antes de qualquer resultado visível.
    Minha empresa é pequena. Faz sentido?
    Faz quando a decisão já depende de consolidar informação de mais de uma fonte e isso é feito à mão. O porte importa menos do que a frequência com que a empresa gasta tempo montando número em vez de analisá-lo.
    Precisamos ter os dados organizados antes de começar?
    Não. O estado real dos dados faz parte do diagnóstico. Em boa parte dos projetos, organizar a origem é justamente a primeira etapa do trabalho.

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    Vamos olhar o seu cenário?

    Em uma conversa inicial, entendemos o cenário atual, as decisões que precisam ser suportadas e avaliamos como os dados podem ajudar.